Mi.caminhadas

¿Quieres añadir algo?...


Aquí estoy, a escribir un poco de la aventura humana,
más específicamente la mía en una historia que podría ser la tuya ..
Venida del nuevo continente, de una familia sin estructurada, de oportunidades precarias.
Con los amigos que crecí, pocos viven…
Viví en el sub mundo intenso.
Salí y percibí…
Cuando más vencía, más tenía que vencer.
El mundo es grande y abierto…
mal dividido y as veces ficticio.
Pocos de mi mundo tuvieran la oportunidad de ver...
Pocos sabrían sobrevivir.
Recogí  mi poca esperanza, porque en el recorrer soy agnóstica.
Vida Valente que me encara de frente
A partir de aquí, estaré siempre aquí.
Toma, toma y toma…
DCD, CPD, HDP, Mírame…
Empresas, capitalismo, competencias…
No a la cara, lagrima a la mala…
Nada me hace pensar que no  me aprecio
Aprecio…hummm! ¿Dónde estás?
Me afecta, sin desmerecer
Envenena
Vamos a ver…
Hoy por hoy, hay que seguir adelante, sin dejar de mirar el pasado.
Keep moving forward...
Siempre hay una oportunidad para luchar
Gran debate!
Me gustaría comentar algo que me ha pasado
Se puede decir las cosas como uno quiere…
Si ha visto que su gesto ha herido, ya no vale tu gesto.
Fulanito…
Demuestra que no hay inteligencia emocional
Es lo único que quería decir
Ética para dentro de la alma
¿La vida es un concurso?…
Tenéis toda una vida para decidir…
Es una pasada, mañana será un día lleno
De criaturas…
¿Quieres añadir algo?...
Clave de rector…
Pregúntate porque...
Asegurándonos
La vida está por delante…
!y palante como los de alicante!



¡Indignaos!, sin violencia.

Reflexiones sacado del libro: Indignaos, Stéphane Hessel.
Un alegato contra la indiferencia y a favor de la insurrección pacífica.


El poder del dinero nunca había sido tan grande, insolente, egoísta con todos, desde sus proprios siervos hasta las más altas esferas del Estado.

¡Indignaos! Repite Hessel a los jóvenes. Les recuerda los logros de la segunda mitad del siglo XX en el terreno de los derechos humanos, la implantación de la Seguridad Social.

 Os deseo a todos, a cada uno de vosotros, que tengáis vuestro motivo de indignación.
Es un valor precioso.


Sois responsables en tanto que individuos.

Al contrario, debe comprometerse en nombre de su responsabilidad como persona humana.

Los progresos alcanzados por la libertad, la competitividad, la carrera del “ siempre más”, todo esto puede vivirse como un huracán destructor.





Quién manda? Quién decide? No siempre es fácil distinguir entre todas las corrientes que nos gobiernan.





No me resisto a citar el artículo 15 de la Declaración Universal de los Derechos Humanos “ Toda persona tiene derecho a una nacionalidad” y el artículo 22 “ Toda persona, como miembro de la sociedad, tiene derecho a la Seguridad Social, ya a obtener, mediante el esfuerzo nacional y la cooperación internacional, habida cuenta de la organización y los recursos de cada Estado, la satisfacción de los derechos económicos, sociales y culturales, indispensables para su dignidad y para el libre desarrollo de su personalidad.


…ser eficaz hoy en día, se debe actuar en red, aprovechar los medios modernos de comunicación.


En cuanto a Gaza, es una prisión a cielo abierto para un millón y medio de palestinos.


La exasperación es una negación de la esperanza.


Sartre escribe en 1947: Reconozco que la violencia, cualquiera que sea la forma bajo la que se manifiesta, es un fracaso.


Qué violenta es la esperanza.


El pensamiento productivista, auspiciado por Occidente, ha arrastrado al mundo a una crisis de la que hay que salir a través de una ruptura radical con la escapada hacia delante del “ siempre más”, en el dominio financiero pero también en el de las ciencias y las técnicas.



Procesos desde 1948: La descolonización, el final de apartheid, la destruición del imperio soviético, la caída del muro de Berlín…




Mi.Claridade...




Vim ao mundo para viver bem. Viver em paz.Viver feliz. Já devo ter aprendido com momentos em outras vidas, porque aqui colho bonança.
Há três coisas para quais eu nasci e das quais dou minha existência.Nasci para amar, nasci para escrever, nasci para criar filhos.
O amar, chega a ser tão infinito, que inclui me perdoar com o que sobra.
O escrever envolve compor como vejo, como sinto, e o que entendo.
Aos filhos meus, filhos teus, filhos do mundo, não para no tê-los, passo pelo criar, distribuir, encantar a doutrina da inocência.
As três coisas são tão importantes que minha vida é curta para tanto.


O tempo surge e urge.
Não dá para perder tempo de vida.
Amar é a única salvação que vejo.
Ninguém estará perdido se der amor e receber as vezes em troca...

Minha mescla com Clarice Lispector

um pensamento crítico e criativo

"- Mas não adianta - diz ele. - Força, ódio, história, tudo o mais. Isso não é vida para homens e mulheres, insulto e ódio. E todo mundo sabe que é exatamente o oposto disso que vale realmente a vida.
- O quê? - diz Alf.
- O amor - diz Bloom."

JOYCE, James. Ulisses. Tradução Bernardina da Silveira Pinhero. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005

Maria amarelinha

Maria via o luar como um convite especial para amar.
Tinha vontade de amar, sempre que seus olhos brilhavam como o luar.
Maria tem um toque leve, uma sutileza a admirar.
Imagina forma de vidas, gestos. Imagina gente o tempo todo.
Observa ao dia e ama a noite
Um amor que engrandece o ser.
Um amor de sorriso. Um amor de carinho. Um amor para dançar.
Maria convive com gente muito bem, mas vive fugindo da gente.
Maria tem um dom de ser mulher, menina, sozinha.
Ao redor de um mundo que pede sua companhia.
Ela sabe que atrás de seus cachos, esconde um grande segredo.
Sabe que cada movimento, uma missão
Missão que Maria não sabe, imagina
Maria imagina o tempo todo, tudo.
Sente sua verdade, passa sua palavra.
Não esconde o seu amor.
Tenta jogar com o temor e não demonstrar sua dor.
Maria, menina mestiça.
Sentir é seu dom.
Dona do mundo que imaginas...

Páscoa Balnear

Conspiração em ação...
Mediando olhar
De ressaca, maré alta
Encobre a não deixar tomar sol jogada de grão
Andar, olhar, sonhar
Viver em espumas
Momentos de reflexão
Chocolate é bom
Filme, pé, controle na mão
Visionando um futuro, esperando a razão
Com tanta emoção, de vez em quando um sorriso, choro, um clarão
Ao rimar, parei de pensar
Em algum ponto errei a não me expressar
Exprimir é uma dádiva divina de todos.
Mensagem que deixo aqui
Ser feliz é hoje, amanhã tardo...
Medo de acomodar a não sair.
Possibilidades a encarar, frente a frente, agarrar
Não, não, não. Sim, corta, começa tudo de novo então
Pronta para o ataque, pois não aprendi a me render não.

A pequena mulher, na altura de 1,50m do seu destino, efêmera com alguns quilos a mais em sua bagagem, sentia-se carga pesada.
A felicidade era uma mistura de saudade, tédio, expectativa, museus e novidades.

Era futura, passado cola chicle chateando seus passos.] Novo dicionário, nova palavra para o básico.
Baseia- se em momentos, que ficam na mente, que agradecem e se tornam velhos, se despedindo com um beijo singelo do amanhar.

Tim foi Maia, os Maias também foram nômades.

Um café acelerou, agarrando-se ao fundo de suas entranhas, acidificando com um toque cítrico do amor, da esperança... Carga média, mas o tédio continua com toda a mistura da luz, efemerizando ao ar.

Fernanda Young lembra-se da sua história? Bela escritora.
Ela gosta das pequenas mulheres.
O Brasil faz morada na pele das duas em desenho, e no coração. Viva a pátria amada, onde puta goza, cafetão tem ciúmes e pobre é de direta. Sorrir, sem vergonha de chorar.
No cordão do Jamelão, passa a nostalgia e o encanto social. Viva o samba de raiz, mexe a estrutura, balançando o coração.

Ela sabe que nasceu bem. Ela vê sua fachada. Existe uma lágrima no fundo do rio.

Como será que eles começaram? Como descobriram? Queria cantar, sem voz, compor sem escrever. Quem sabe a carga pesada, que vira média e um dia não vira, ritmada a uma potência, rebola a brasilidade com a dificuldade. ]
A descoberta é nativa.